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Zetas e Guirinduns, rabiscadas por opineta, com frazetas mas sem triscos, parafraseando o de ontem e de hoje, quando a flipa bate forte, provida da cismeira causada por pitos e gabéus, perdigotas da polÃticada, doutos no ofÃcio do engano, saboreadores da borregada dos trisos, concios de que nada virgará, de tantas e palavrosas prometas.
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O deputado da Assembleia Municipal de Matosinhos Jaime Resende terá arrecadado um lucro de 16 milhões de euros com a venda de terrenos em Valongo, por 20 milhões de euros, comprados dez minutos antes por apenas quatro milhões, noticia esta quarta-feira o Correio da Manhã.Entre os terrenos abrangidos no negócio contam-se quatro parcelas compradas por 380 mil euros à Portucel, que foram vendidos por 2,2 M€. O jornal teve acesso às escrituras dos terrenos, que se situam em Alfena, no concelho de Valongo, e estavam classificados como Reserva Ecológica Nacional (REN). Juntamente com as escrituras, encontrava-se um parecer de José Pinto, na altura vereador do Urbanismo, no qual a câmara manifestava disponibilidade para requalificar os terrenos desde que as empresas que aà fossem instaladas criassem postos de trabalho. O negócio de Jaime Resende foi efectuado antes da alteração do Plano Director Municipal (PDM), que permite a construção da zona industrial que se encontra em discussão pública. Jaime Resende, eleito pela lista independente liderada por Narciso Miranda, antigo presidente da câmara de Matosinhos, negou ao jornal ter lucrado 16 M€, dizendo que o fundo Santander Asset Management apenas lhe pagou seis milhões de euros, obtendo um lucro de 500 mil euros após impostos.
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| Actualizado em Sexta, 28 Outubro 2011 01:05 |
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