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Por Carlos Santomor
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24-Aug-2009 |
José Sócrates é um homem cheio de esperanças, só esperamos é que não sejam vãs, mas entretanto e até que as esperanças do actual primeiro ministro se valorizem no mercado da verdade, o mesmo José Sócrates, à beira de legislativas, vai criando lugares para os amigos e conhecidos, tudo ás claras pois claro, na nossa carantonha porque é o que merecemos, mas dizíamos que vai criando novos TAXOS, pagos a peso de ouro, também por nós... os contribuintes portugueses.
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Por Carlos Santomor
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23-Aug-2009 |
As tragédias salvo raras excepções nunca são previsíveis, mas podem se houver o necessário cuidado e uma acção preventiva capaz e responsável, sobretudo no que se refere aos aspectos físicos da geografia, haver a possibilidade de minimizar os seus efeitos, sobretudo no que se refere à protecção da vida.
Não queremos aqui atribuir responsabilidades a ninguém em particular, mas o acontecido sugere-nos que neste país, continuamos a viver um pouco ao sabor dos ventos, somente depois de se cumprir o velho ditado é que nos decidimos a colocar trancas nas portas, tudo sugere que mais uma vez, foi o que aconteceu.
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Por Carlos Santomor
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20-Aug-2009 |
Não queremos sequer pensar, que Ana Jorge a ministra da saúde, possa fazer parte daquele grupo de membros do governo, até agora considerados os campeões do tiro no pé e líderes no reino da incompetência, por serem os principais responsáveis, por alguns dos fracassos do governo de José Sócrates.
Sempre pensamos que a senhora seria uma raridade entre os vários titulares ministeriais deste executivo, pela competência e bom senso que parecia demonstrar, mas eis que nos vem surpreender em plena crise da Gripe A, dando cobertura a outros, ainda para mais fazendo tudo ao contrário.
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Por deAutor
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19-Aug-2009 |
Desde la antigüedad los seudónimos han personificado a incontables líderes. Asimismo sus improntas han desandado exquisitamente los siglos para atribuirles guerras, catástrofes, y fosas comunes abarrotadas de cadáveres.
Pero, para bien o para mal, el líder es llamado a convertirse según Tolstoi en el esclavo de la historia, por tanto, sino no hubieran existido: El terrible; El grande, El magno, El fuhrer, o cualquier déspota renombrado, seguramente otro hubiera ocupado su lugar, para colmar esa necesidad que tienen los pueblos de un cabezal guiador para vivir en sociedad.
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Por Carlos Santomor
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18-Aug-2009 |
O cenário que se depara aos portugueses, ainda nesta pré campanha eleitoral, é no mínimo uma péssima caricatura de qualquer democracia, a acreditar no que temos visto e ouvido pelas vozes dos diversos protogonistas.
Já se percebeu a falta seriedade aos líderes dos habituais partidos da governação, que estão mais interessados no jogo do faz de conta, do que em discutir questões de fundo, em apresentar projetos e soluções capazes de nos convencer e mobilizar cara ao futuro.
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Por Carlos Santomor
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15-Aug-2009 |
Riba Sova está em polvorosa e suspeitamos que já existem movimentações tendentes a organizar uma campanha pública, com anúncios lançados em televisão, rádio, jornais e outdoors, CONTRA os cabeças de cartaz da corrupção, entre outros Isaltino Morais, um dos sem "Vergonha", já condenado, mas que insiste em personificar a figura do "ESPALHA BRASAS" armado em "Capo", convencido que ainda tem como se safar, por pensar que vive num país bananeiro.
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Por Carlos Santomor
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14-Aug-2009 |
O dia de ontem foi de festa para José Sócrates quando foram anunciados os números correspondentes ao hipotético início de recuperação económica.
Quem tivesse ouvido o chefe do governo nas suas primeiras declarações logo após o anúncio e não conhecesse a realidade portuguesa, pensaria que estava frente a um oásis, só que esse oásis é mais um bluff socratiano, o que é o mesmo que dizer, que se trata de um oásis à mingua, vazio de conteúdo por falta do essencial.
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Por Carlos Santomor
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14-Aug-2009 |
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Aí temos mais um exemplo de vergonha e fraqueza política da comunidade internacional, emprobecedor da moral do chamado mundo civilizado, que se verga aos compromissos assumidos por amigos e apoiantes das ditaduras mais pérfidas e assassinas,
neste caso concretamente da antiga Birmânia, porque interesses terceiros a isso
obrigam, deitando por terra a fanfarronice de certas potências
ocidentais, que afinal só cantam loas à dignidade civilizacional, quando ninguém lhes bate o pé.
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Por Carlos Santomor
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14-Aug-2009 |
Chavez não dá descanso ao seu povo, na senda que encetou a caminho do poder absoluto, custe o que custar, desembaraçando-se já do disfarce socialista que utilizou até agora, apenas com um único objectivo, impôr a ditadura que lhe corre nas veias.
À imagem das cartilhas e lições vindas directamente de Cuba, Chavez aplica agora a velha formula do "destruir para reconstruir", uma máxima que tem demonstrado um pouco por todo o mundo, só servir o líder e os seus apaniguados, que já assistem de bancada, às confrontações planeadas nos gabinetes do poder.
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