|
Por Carlos Santomor
|
|
11-Jan-2010 |
|
Não é que seja assim
tão importante que nos leve a temer o pior, pois não tem uma influência directa
no nosso modus vivendi, para além do facto de ser um cargo, cujo presidente
cessante, deixa um bom trabalho, com frutos para colher no futuro, não exigindo muito do novo mandatário, por isso é indiferente para o país, quem lá estará nos próximos anos.
Aqui talvez o que importe, seja apenas constatar o facto de mais uma vez e à boa maneira portuguesa, a incompetência na política ser premiada, com os lugares mais confortáveis de "Buena
Vida".
Falamos obviamente
do novo cargo da ex ministra da educação, que sendo persona de má memória,
sobretudo pela incompetência que demonstrou no relacionamento com os
professores, pela total falta de agilidade no contornar de problemas graves para o
país, pela enormidade de conflitos que armou, pensávamos que iria voltar
ao seu antigo lugarzinho de professora nunca avaliada, onde ficaria de prateleira durante uns tempos, mas afinal, não.
|
|
|
Por Carlos Santomor
|
|
10-Jan-2010 |
|
A dissidência cubana
está hoje de luto. Perdeu uma das suas mais importantes porta bandeiras que
apesar da avançada idade, fez da luta pela liberdade não só dos seus próprios filhos, mas de todos prisioneiros do regime cubano,
uma opção de vida, utilizando tão somente as frágeis armas de que dispunha,
contra o domínio poderoso e opressivo, da família Castro e dos seus
apaniguados.
|
|
|
Por Carlos Santomor
|
|
03-Jan-2010 |
|
Portugal continua a
ser um grande circo, dominado por fantasistas, cujos artistas principais sem
jeito e num esforço medonho para se manterem de pé sobre o varão, baixam ao nível do ridículo, para convencerem
o público, daquilo que nem eles próprios acreditam.
É complicado, porque
para o cidadão comum, sobretudo para aquele que faz parte da longa lista de
quase um milhão de desempregados, os
discursos recheados de cenários de encanto e promessas efémeras, para além de
não corresponderem à realidade, só contribuem para o descrédito dos seus
próprios autores.
Imagine-se o cidadão
da rua, aquele que tem de contar a partir do dia 10, os míseros cêntimos que
lhe sobram para manobrar até ao fim do mês e que continua a calcorrear os incertos e desesperantes caminhos do
andarilho, em busca de uma solução que lhe permita sustentar a família, a ser
confrontado com irreais declarações de sucesso, segundo a última exibição do nosso
"Fantasista Mor", como já é
conhecido em Riba Sova.
|
|
|
Por deAutor
|
|
31-Dec-2009 |
|
2009 foi mau em
todos os aspectos. No domínio de política, justiça, desemprego, crise económica
e social.
Finalmente! Parecia
que este ano de 2009, sem rumo e sem norte, não queria chegar ao fim. Não quer
dizer que este fim seja o fim de qualquer coisa que não seja apenas a
celebração da chegada de 2010. Aliás, existem sérias razões para pensarmos que
o fim deste ciclo de nulidade absoluta da nossa história recente ainda vem
longe. Seja como for, 2009 não deixa saudades. Foi mau em todos os aspectos. No
domínio da política, no domínio da justiça, no domínio do desemprego, no que
respeita à crise financeira, económica e social e até na esfera dos princípios
essenciais que determinam, ou deveriam determinar, a nossa vida colectiva. Não
existe um único indicador, seja qual for a abordagem, que nos permita uma leve
lufada de esperança que não seja aquela que vive na nossa mais íntima vontade.
|
|
|
Por Carlos Santomor
|
|
31-Dec-2009 |
Desgraçadamente não se aprende com os erros, afinal não deixamos de ser um país onde ao contrário da restante europa, a inércia e a incompetência continuam a ser premiadas, mais uma vez com os principais responsáveis sectoriais a enfiarem a cabeça na areia ou a assobiar para o lado.
Cá para nós, a Ministra da Saúde está à espera que as populações se organizem de novo, tal como aconteceu com o antecessor.
|
|
|
Por Carlos Santomor
|
|
30-Dec-2009 |
|
Todos sabemos por experiência própria que Portugal em
termos de saúde já não tem nada a ver
com o estilo lusitano do século passado, que não é assim tão longínquo
como isso. No entanto e apesar do esforço dos vários governos e das asneiras de
alguns ministros, continuamos a falhar em aspectos que são absolutamente
essenciais. Como é o caso da
planificação e organização dos serviços.
|
|
|
Por Carlos Santomor
|
|
26-Dec-2009 |
|
Aproximamo-nos
do décimo ano deste século XXI, que no virar do milénio, parecia augurar mais
justiça e sobretudo respeito pelos direitos humanos, pela pressão prometida aos
diversos poderes totalitários que no planeta, tem sobrevivido, suportados em
leis repressivas e desumanas.
No
entanto os atentados aos direitos do ser
humano, estão na ordem do dia, como aconteceu recentemente com Amenitu Haidar,
a activista que foi obrigada a colocar a própria vida em risco, para poder regressar à sua terra natal, ao
Sahara Ocidental, um território anexado ilegalmente pelo reino de Marrocos, com
o apoio e cumplicidade dos governos ocidentais, passando de deportada a
prisioneira no seu próprio domicílio, onde continua cercada pela polícia
política marroquina.
|
|
|
Por Carlos Santomor
|
|
23-Dec-2009 |
|
Nesta quadra de natal, quando se impunha um ambiente de fraternidade e boa disposição, o sentimento dominante é de fraude, ao sermos confrontados diariamente
com as piores notícias sobre o estado da economia, enquanto por parte daqueles
a quem competia falar menos e fazer mais, se assiste a duelos de uma
irresponsabilidade incrível, desrespeitando os compromissos que lhes foram consignados, pelos eleitores que muito recentemente, foram às urnas, dar-lhes a sua confiança.
À beira de um novo
ano, que não promete nada de bom, porque tudo indica que o exército de
desempregados continua a crescer e a
economia a afundar ainda mais, os políticos portugueses todos muito bem de
vida, com tacho garantido para os
próximos quatro anos, em vez de se aliarem na busca de soluções cara à tormenta
que enfrentamos, envolvem-se em processos de intriga e contra intriga, que
arrasa a capacidade de compreensão do cidadão comum.
|
|
|
Por Carlos Santomor
|
|
20-Dec-2009 |
|
Depois
de assente a poeirada que tem andado no ar por causa da chamada COP15,
ou reunião sobre o clima que aconteceu em Copenhaga, concordando que a
mesma ficou muito aquém do que poderia ter saído daquela cimeira,
mantemos no entanto a esperança que forçados pela acelerada degradação
que já se verifica, os principais líderes mundiais não tenham outro
remédio, que não seja a curto prazo, adoptarem políticas mais
consentâneas com a realidade do planeta.
Nesta
cimeira tivemos oportunidade de assistir a um pouco de tudo. Por um
lado, alguns líderes verdadeiramente empenhados, outros e foram
bastantes, condicionados pelos parcos recursos que detém, quase sem voz
na matéria e por fim, como não podia deixar de faltar, tivemos também
os "líderes apalhaçados" que esgrouviados com a oportunidade de terem
ali algum protagonismo, baixaram ao ridículo e mandaram mais uma vez,
o que lhes restava de bom senso, para as urtigas.
|
|
|
Por deAutor
|
|
18-Dec-2009 |
|
Aunque Hugo Chávez -su creador- y los hermanos Castro, están que se
salen con el tratado de libre comercio con Venezuela, Bolivia, Ecuador
y Nicaragua, conocido con las siglas de ALBA, éste ha dejado escasos
beneficios en la población de la isla.
La ganancia más palpable, es que, gracias a la tubería de petróleo
que nos cede generosamente el folclórico presidente Chávez, hace tres
años que en La Habana no se producen los dilatados apagones, en que sus
mejores momentos se extendían hasta 8 horas diarias.
Cinco años después de haberse iniciado el pacto económico con
Caracas, el balance positivo es que tenemos un poco de petróleo. No
demasiado, pues en el segundo trimestre de 2009 el gobierno cubano
ordenó abrir un nuevo agujero en el ya apretado cinturón, y pidió
ahorrar aún más el oro negro.
|
|
|