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Zetas e Guirinduns, rabiscadas por opineta, com frazetas mas sem triscos, parafraseando o de ontem e de hoje, quando a flipa bate forte, provida da cismeira causada por pitos e gabéus, perdigotas da polÃticada, doutos no ofÃcio do engano, saboreadores da borregada dos trisos, concios de que nada virgará, de tantas e palavrosas prometas.
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Do regime monárquico instalado na ilha de Cuba, já nada se espera, Fidel e a sua corte de velhos amigos e novos apaniguados, já perceberam que o projecto fracassou, por isso procuram agarra-se à vida desesperadamente, tentando prolongar no tempo, o seu mais que depauperado, estado de agonia.
Como
escreveu o autor de "Os Deuses nunca cá viveram", todos os tiranos no
estertor da vida, tem o seu dia do pânico, a partir do qual e à falta
de coragem politica e sensibilidade humana, procuram quase sempre a
única saÃda que lhes resta, a fuga para a frente, atropelando o próprio
destino.
É recorrente, o ditador acaba sempre a fazer das bóias que julga serem de salvação, o seu cavalo de batalha, reforçando as muralhas que o albergam, ao mesmo tempo que dispara em todas as direcções e ataca repressivamente, qualquer folha da natureza, que paire no ar e venha ao seu encontro. Fidel de Castro e o seu regime, chegaram a uma situação em que já nem eles próprios acreditam no que fazem e dizem, inconscientemente vulgarizam o próprio ridÃculo, ao festejarem publicamente, com toda a pompa e circunstância, efemérides que apesar de habitarem nas páginas da história, os conduziram ao mais completo fracasso, negando a evidência que os fustiga, na direcção do futuro. Para Fidel, Raul e toda a restante holigarquia cubana, cujo tempo já caducou, é mais fácil e cómodo, governar pela imposição da força, de fronterias fechadas, amordaçando todo um povo, impondo o silêncio, o medo, investindo numa poderosa segurança de estado e decidindo arbitrariamente, os destinos de um colectivo, que nem sequer tem direito a perguntar porquê. É pena que a realidade da ilha não seja sentida na pele e na barriga, pelos actuais senhores de Cuba, porque a sê-lo, de certeza que já teriam feito uma manobra de 360 graus e apontado melhor rumo para o paÃs, numa direcção que permitisse ao seu povo, respirar, viver e trabalhar como operários na construção de uma sociedade moderna, verdadeiramente socialista, mas livre, em que todos fossem senhores do seu próprio arbÃtrio. Se Fidel Castro agora transformado em pensador inconsequente, tivesse tido a seu tempo, a inteligência e a coragem necessárias, para descortinar um outro rumo polÃtico e económico para Cuba, garantidamente que no dia de hoje, estariam a comemorar uma data da história moderna, com todos os cubanos na rua, de livre e expontânea vontade, entoando canticos dirigidos ao grande lÃder.
Loas
cantadas com alegria e esperança no amanhã, pela visão, pela coragem e
pela excepcional capacidade evidenciada, por ter sabido dirigir esse
destino promissor, em liberdade, sem fome, sem carências básicas, sem
mentiras, sem mordaças nem prisioneiros de consciência.
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| Actualizado em Quinta, 26 Novembro 2009 09:05 |
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