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Zetas e Guirinduns, rabiscadas por opineta, com frazetas mas sem triscos, parafraseando o de ontem e de hoje, quando a flipa bate forte, provida da cismeira causada por pitos e gabéus, perdigotas da polÃticada, doutos no ofÃcio do engano, saboreadores da borregada dos trisos, concios de que nada virgará, de tantas e palavrosas prometas.
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Gloria Amaya é um exemplo que engrandece a oposição cubana e apesar de ter sido atingida pela morte, o seu espÃrito estará sempre presente, dando alento à queles que continuarão a lutar pela liberdade não só de Ariel e Guido Sigler Amaya, mas também das centenas de outros presos polÃticos que lutam pela vida, nas masmorras de Fidel Castro. O desaparecimento fÃsico de Gloria Amaya, não significa nada para o regime cubano, mas passará a fazer parte do larguÃssimo inventário de vÃtimas dos crimes praticados contra um povo, em nome de uma revolução, que falseou por completo as promessas e as ilusões daqueles que apoiaram inicialmente sem questionar e calaram pelo medo, toda uma nação, que cinquenta anos depois, está dividida em duas classes completamente antagónicas. A revolução cubana como tal, é uma realidade moribunda, cuja ilusão de vitória, somente sobrevive nas mentes dos seus próprios obreiros, que se agarram desesperadamente à vida, dominados por uma torpeza cega e surda, incapazes de perceber as consequências dos seus actos, contra aqueles que proclamavam defender, praticados sob a flândura de falsas e esgotadas premissas, a caminho do seu próprio abismo. Louve-se a coragem dos inúmeros opositores que em Cuba, são capazes de gritar bem alto a uma só voz, que Cuba será livre, como aconteceu durante o velório de Gloria Amaya, na presença da famigerada "seguridad del estado" a tenebrosa polÃcia polÃtica cubana, que mesmo na hora da morte, assegurou a sua presença na câmara ardente, recusando dar paz ao corpo da finada, desorientados, porque o espÃrito daquela, deixara de estar sob o seu criminoso controlo. A nossa homenagem a Gória Amaya Gonzalez, que nem a cadeira de rodas, a impediu de lutar pela causa da liberdade no seu paÃs natal. Carlos Santomor
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| Actualizado em Segunda, 25 Janeiro 2010 00:13 |
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