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Zetas e Guirinduns, rabiscadas por opineta, com frazetas mas sem triscos, parafraseando o de ontem e de hoje, quando a flipa bate forte, provida da cismeira causada por pitos e gabéus, perdigotas da polÃticada, doutos no ofÃcio do engano, saboreadores da borregada dos trisos, concios de que nada virgará, de tantas e palavrosas prometas.
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Orlando Zapata Tomayo, de 42 anos, fazia parte do grupo de 53 dissidentes detidos na chamada Primavera Negra de 2003, quando a polÃcia prendeu um total de 75 pessoas. Tal como os outros, foi acusado de desacato, desordem pública e desobediência, delitos pelos quais foi condenado a três anos de prisão. A pena acabaria, todavia, por aumentar para 36 anos com novas acusações que o regime foi somando enquanto esteve preso. Revoltado com as condições em que vivem os presos polÃticos na prisão, onde são espancados com frequência, Tamayo começou por fazer uma série de reivindicações ao governo, que as rejeitou. Iniciou então, em Dezembro do ano passado, a greve de fome. Ficou tão debilitado que foi transferido para o Hospital Hermanos Ameijeiras, onde acabou por falecer. Foi o segundo opositor cubano a morrer após greve de fome na prisão. O primeiro foi Pedro Luis Boitel, nos anos 60. In: Correio da Manhã Nota: Informações recentes da oposição cubana, divulgam lista com mais de uma dezena de presos politicos cubanos que morreram em consequência de greves de fome, nas prisões cubanas, depois de Luis Boitel.
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| Actualizado em Sexta, 12 Março 2010 15:39 |
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